sexta-feira, 14 de março de 2008

Gosto muito de ti
Fazes-me longas vibrações
Mal te aproximas de mim
Baixo logo os calções
És a minha panqueca
A deusa do meu coração
Neste próximo Natal
Ofereço-te um camião

O amor que por ti nutro
Nunca senti nada igual
Quero ter-te só para mim
A dançar de fio dental

O teu cabelo loirinho
Que às vezes é castanho
Quero ter-te sempre aqui
Para me guardares o rebanho

Mas eu não sou pastor
Sou apenas um escritor
Quero dizer que gosto de ti
Como se fosses um castor
Por gostar bué de ti
Levei-te para o espaço
Fiz de ti a minha musa
Enfeitei-te com um laço

No poema que eu escrevi
O teu nome decorei
És a deusa que escolhi
A princesa que eu pintei

Mas a vida não parou
Nem sei se vai parar
És a menina dos meus olhos
É a ti que vou amar

Três vezes eu te mentir
Mil palavras recitei
Vou acabar isto...
Pronto! Acabei!
Caminhando pela praia
Vi ao longe o luar
Tu tiraste o soutien
Comecei a suar

Entretanto chega o Zé
Trouxe a Andreia consigo
Meti-lhe a mão na camisola
Mas ela não tinha umbigo

Foi então que parei
Deixei de respirar
Queria fazer amor contigo
Uma noite à beira-mar

Mas tu não me quiseste
Deixaste-me atordoado
Mas quando me deste um beijo
Fiquei todo molhado

Andreia é ternura
É fogo, é paixão
Quando ela se aproxima
Fico logo com...

Tesouras e canivetes
São coisas do meu baú
Há mais de uma semana
Que não te vou ao...