Contigo à beira-mar,
Pintei o céu com o teu brilho
Quando te aproximaste de mim,
Vi um pombo, dei-lhe milho.
O teu jeito apaixonado
Faz de mim um mendigo
Só queria ter-te ao pé de mim
Para te beijar o umbigo.
quarta-feira, 19 de março de 2008
A vida da Andreia
Acorda de manhã cedo
Encaminha-se para a FCUL
Quando há erros em programação
A função devolve NULL
A Andreia é boa rapariga
É uma gaja altamente
Só que para vir para matemática
Tem que ser bem doente
Ela gosta de análise
É a menina derivada
Odeia programação
Porque é uma gaja frustrada
Quando joga à sueca
Às vezes dá-me manilhas
Ofereceu-me um vibrador
Mas ele não tinha pilhas
Ela foi à semana zero
Ainda me lembro bem disso
Mas ela não imaginava
O que era um chouriço
Hoje teve dor de barriga
Esteve no bar a gemer
Mas eu estava calado
E a Cláudia a comer
Vou acabar este poema
Mas ainda havia mais
Não sei como acabar
Não curto nada finais
*end*
Encaminha-se para a FCUL
Quando há erros em programação
A função devolve NULL
A Andreia é boa rapariga
É uma gaja altamente
Só que para vir para matemática
Tem que ser bem doente
Ela gosta de análise
É a menina derivada
Odeia programação
Porque é uma gaja frustrada
Quando joga à sueca
Às vezes dá-me manilhas
Ofereceu-me um vibrador
Mas ele não tinha pilhas
Ela foi à semana zero
Ainda me lembro bem disso
Mas ela não imaginava
O que era um chouriço
Hoje teve dor de barriga
Esteve no bar a gemer
Mas eu estava calado
E a Cláudia a comer
Vou acabar este poema
Mas ainda havia mais
Não sei como acabar
Não curto nada finais
*end*
Se eu fosse um pomar
Tu serias a minha fruta
Só não te meto a mão na perna
Porque não és uma ...
Estávamos os dois na cama
No calor de um beijo ardente
Fiquei parvo ao reparar
Que não tinhas um dente
Mas não me impotei com isso
Amava-te a sério
Mas onde deixei as cuecas?
Que mistério
As cuecas que me ofereceste
Aquelas com rendinha
Tu querias era tirá-las
E dar-me uma dentadinha
A dentadinha era na nádega
Bem profunda no meu rabo
Se tu fosses uma horta
Eu seria o teu nabo
Todos me querem morder o rabo
Porque ele é redondinho
Só não me mordem outra coisa
Porque é mt fofinho
Vou guardar, se o queres
Vou fazer o que me apetecer
Vou passar a noite acordado
A umbigar e a gemer
Eu não acordo os vizinhos
Faço tudo bem calado
Posso mexer-me muito
Mas fica tudo bem arrumado
A Cláudia adormeceu?
Acorda-a com uma buzina
Quando é que ela faz anos?
Queria oferecer-lhe vaselina
Então só ofereço para o ano
Vai ficar com os lábios gretados
A vaselina é muito boa
Para tratar males tramados
A vaselina é para o queres
Tu escolhes o objectivo
Podes meter na boca
Podes fazê-lo em privativo
Tu serias a minha fruta
Só não te meto a mão na perna
Porque não és uma ...
Estávamos os dois na cama
No calor de um beijo ardente
Fiquei parvo ao reparar
Que não tinhas um dente
Mas não me impotei com isso
Amava-te a sério
Mas onde deixei as cuecas?
Que mistério
As cuecas que me ofereceste
Aquelas com rendinha
Tu querias era tirá-las
E dar-me uma dentadinha
A dentadinha era na nádega
Bem profunda no meu rabo
Se tu fosses uma horta
Eu seria o teu nabo
Todos me querem morder o rabo
Porque ele é redondinho
Só não me mordem outra coisa
Porque é mt fofinho
Vou guardar, se o queres
Vou fazer o que me apetecer
Vou passar a noite acordado
A umbigar e a gemer
Eu não acordo os vizinhos
Faço tudo bem calado
Posso mexer-me muito
Mas fica tudo bem arrumado
A Cláudia adormeceu?
Acorda-a com uma buzina
Quando é que ela faz anos?
Queria oferecer-lhe vaselina
Então só ofereço para o ano
Vai ficar com os lábios gretados
A vaselina é muito boa
Para tratar males tramados
A vaselina é para o queres
Tu escolhes o objectivo
Podes meter na boca
Podes fazê-lo em privativo
Uma linda sereia
Não se mede aos palmos
Banha-se em água doce
E reza vinte salmos.
Já que falo em salmos
Falo também em salmão
Quero oferecer-te uma prenda
Uma sopinha de agrião
Num dia de Outono
Por ti me apaixonei
Queria ser o teu dono
Queria ser o teu bolo-rei
Queria que me tirasses a fava
Com uma leve dentadinha
Queria que fosses uma fada
Queria comer-te todinha.
Não se mede aos palmos
Banha-se em água doce
E reza vinte salmos.
Já que falo em salmos
Falo também em salmão
Quero oferecer-te uma prenda
Uma sopinha de agrião
Num dia de Outono
Por ti me apaixonei
Queria ser o teu dono
Queria ser o teu bolo-rei
Queria que me tirasses a fava
Com uma leve dentadinha
Queria que fosses uma fada
Queria comer-te todinha.
Amor:
Vi no brilho do teu olhar
Uma estrela cadente
Quando tu te despiste
Até fiquei doente
Tinhas tudo o que eu sonhei
Eras a gaja perfeita
Se fosses uma espiga de milho
Queria fazer a colheita
És a gaja que eu amo
És o meu diamante
Se ficares para sempre comigo
Não arranjo nenhum amante
Quero levar-te ao altar
Quero que sejas a minha mulher
Quero ter-te ao meu lado
Enfiar-te a minha colher.
Vi no brilho do teu olhar
Uma estrela cadente
Quando tu te despiste
Até fiquei doente
Tinhas tudo o que eu sonhei
Eras a gaja perfeita
Se fosses uma espiga de milho
Queria fazer a colheita
És a gaja que eu amo
És o meu diamante
Se ficares para sempre comigo
Não arranjo nenhum amante
Quero levar-te ao altar
Quero que sejas a minha mulher
Quero ter-te ao meu lado
Enfiar-te a minha colher.
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