quarta-feira, 19 de março de 2008

Se eu fosse um pomar
Tu serias a minha fruta
Só não te meto a mão na perna
Porque não és uma ...

Estávamos os dois na cama
No calor de um beijo ardente
Fiquei parvo ao reparar
Que não tinhas um dente

Mas não me impotei com isso
Amava-te a sério
Mas onde deixei as cuecas?
Que mistério


As cuecas que me ofereceste
Aquelas com rendinha
Tu querias era tirá-las
E dar-me uma dentadinha

A dentadinha era na nádega
Bem profunda no meu rabo
Se tu fosses uma horta
Eu seria o teu nabo

Todos me querem morder o rabo
Porque ele é redondinho
Só não me mordem outra coisa
Porque é mt fofinho

Vou guardar, se o queres
Vou fazer o que me apetecer
Vou passar a noite acordado
A umbigar e a gemer

Eu não acordo os vizinhos
Faço tudo bem calado
Posso mexer-me muito
Mas fica tudo bem arrumado

A Cláudia adormeceu?
Acorda-a com uma buzina
Quando é que ela faz anos?
Queria oferecer-lhe vaselina

Então só ofereço para o ano
Vai ficar com os lábios gretados
A vaselina é muito boa
Para tratar males tramados

A vaselina é para o queres
Tu escolhes o objectivo
Podes meter na boca
Podes fazê-lo em privativo

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