Se eu fôr um plano
E tu uma recta
Levo-te para a cama
Até ficares marreca
quarta-feira, 19 de março de 2008
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Quando os números não são suficientes e a Sueca, entre outras, não chega para preencher os tempos livres, chegam as poesias romântico-culturais de um matemático em ascensão. Quadras cheias de sentimento (seja ele qual fôr) e com uma profundidade emocional que nos deixa boquiabertos (really!). Sob o pseudónimo de Azul-Poeta, aqui ficam as mais belas quadras de sempre.
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