No relvado da FCUL
Entreguei-me a ti
No departamento de matemática
Fiz o logaritmo de pi.
Tu neste Natal
Querias um computador
Levei-te para a beira-mar
E ofereci-te um vibrador
És a minha derivada
O meu penico voador
Levei-te para a beira-mar
E ofereci-te um computador.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Sereia dos meus sonhos
Diva dos meus horizontes
És a gaja que eu amo
És mais linda que bisontes
Estava o Tércio sossegado
A Mariana a chatear
Ele ficou amuado
Ela fartou-se de gozar
A lombriga já tem pêlos
As galinhas têm dentes
Os elefantes têm asas
As hienas estão contentes
O Zé já tem sapatos
A Andreia tem soutien
A Cláudia usa luvas
Mas tira-as de manhã
Agarrei-te pelos pulsos
Obriguei-te a violar-me
Não gostei da situação
Disparaste o alarme
Tens os dentes amarelos
As unhas encarnadas
Gosto muito de ti
Como a Floribella de fadas.
Diva dos meus horizontes
És a gaja que eu amo
És mais linda que bisontes
Estava o Tércio sossegado
A Mariana a chatear
Ele ficou amuado
Ela fartou-se de gozar
A lombriga já tem pêlos
As galinhas têm dentes
Os elefantes têm asas
As hienas estão contentes
O Zé já tem sapatos
A Andreia tem soutien
A Cláudia usa luvas
Mas tira-as de manhã
Agarrei-te pelos pulsos
Obriguei-te a violar-me
Não gostei da situação
Disparaste o alarme
Tens os dentes amarelos
As unhas encarnadas
Gosto muito de ti
Como a Floribella de fadas.
Comi cabrito ao almoço
Ainda comi ao jantar
Só não como amanhã
Porque tenho um folar
Nesta Páscoa tou feliz
Neste Natal estou contente
Só não adivinho o futuro
Porque não sou bidente
Já queimei a factura
Não pago mais nada
Já que falo em dinheiro
Queres ser minha namorada?
O Zé cortou o cabelo
A Cláudia pintou o dela
A Andreia tá na mesma
Parece a minha cadela.
Ainda comi ao jantar
Só não como amanhã
Porque tenho um folar
Nesta Páscoa tou feliz
Neste Natal estou contente
Só não adivinho o futuro
Porque não sou bidente
Já queimei a factura
Não pago mais nada
Já que falo em dinheiro
Queres ser minha namorada?
O Zé cortou o cabelo
A Cláudia pintou o dela
A Andreia tá na mesma
Parece a minha cadela.
Ela vestiu-se de amarelo
Da outra vez veio de rosa
Passa tudo nas aulas
Não é preguiçosa
Ela chama-se Mariana
Conhecida por cereja
Quando toca guitarra
Deixa o Tércio com inveja
Era uma vez o Tércio
Conhecido por Teté
Ele é bom rapaz
Quando mete o cabelo em pé
Confessou há momentos
Que toca gaita de foles
Até lhe oferecia chocolates
Mas estão todos moles.
Da outra vez veio de rosa
Passa tudo nas aulas
Não é preguiçosa
Ela chama-se Mariana
Conhecida por cereja
Quando toca guitarra
Deixa o Tércio com inveja
Era uma vez o Tércio
Conhecido por Teté
Ele é bom rapaz
Quando mete o cabelo em pé
Confessou há momentos
Que toca gaita de foles
Até lhe oferecia chocolates
Mas estão todos moles.
quinta-feira, 27 de março de 2008
quarta-feira, 19 de março de 2008
A vida da Andreia
Acorda de manhã cedo
Encaminha-se para a FCUL
Quando há erros em programação
A função devolve NULL
A Andreia é boa rapariga
É uma gaja altamente
Só que para vir para matemática
Tem que ser bem doente
Ela gosta de análise
É a menina derivada
Odeia programação
Porque é uma gaja frustrada
Quando joga à sueca
Às vezes dá-me manilhas
Ofereceu-me um vibrador
Mas ele não tinha pilhas
Ela foi à semana zero
Ainda me lembro bem disso
Mas ela não imaginava
O que era um chouriço
Hoje teve dor de barriga
Esteve no bar a gemer
Mas eu estava calado
E a Cláudia a comer
Vou acabar este poema
Mas ainda havia mais
Não sei como acabar
Não curto nada finais
*end*
Encaminha-se para a FCUL
Quando há erros em programação
A função devolve NULL
A Andreia é boa rapariga
É uma gaja altamente
Só que para vir para matemática
Tem que ser bem doente
Ela gosta de análise
É a menina derivada
Odeia programação
Porque é uma gaja frustrada
Quando joga à sueca
Às vezes dá-me manilhas
Ofereceu-me um vibrador
Mas ele não tinha pilhas
Ela foi à semana zero
Ainda me lembro bem disso
Mas ela não imaginava
O que era um chouriço
Hoje teve dor de barriga
Esteve no bar a gemer
Mas eu estava calado
E a Cláudia a comer
Vou acabar este poema
Mas ainda havia mais
Não sei como acabar
Não curto nada finais
*end*
Se eu fosse um pomar
Tu serias a minha fruta
Só não te meto a mão na perna
Porque não és uma ...
Estávamos os dois na cama
No calor de um beijo ardente
Fiquei parvo ao reparar
Que não tinhas um dente
Mas não me impotei com isso
Amava-te a sério
Mas onde deixei as cuecas?
Que mistério
As cuecas que me ofereceste
Aquelas com rendinha
Tu querias era tirá-las
E dar-me uma dentadinha
A dentadinha era na nádega
Bem profunda no meu rabo
Se tu fosses uma horta
Eu seria o teu nabo
Todos me querem morder o rabo
Porque ele é redondinho
Só não me mordem outra coisa
Porque é mt fofinho
Vou guardar, se o queres
Vou fazer o que me apetecer
Vou passar a noite acordado
A umbigar e a gemer
Eu não acordo os vizinhos
Faço tudo bem calado
Posso mexer-me muito
Mas fica tudo bem arrumado
A Cláudia adormeceu?
Acorda-a com uma buzina
Quando é que ela faz anos?
Queria oferecer-lhe vaselina
Então só ofereço para o ano
Vai ficar com os lábios gretados
A vaselina é muito boa
Para tratar males tramados
A vaselina é para o queres
Tu escolhes o objectivo
Podes meter na boca
Podes fazê-lo em privativo
Tu serias a minha fruta
Só não te meto a mão na perna
Porque não és uma ...
Estávamos os dois na cama
No calor de um beijo ardente
Fiquei parvo ao reparar
Que não tinhas um dente
Mas não me impotei com isso
Amava-te a sério
Mas onde deixei as cuecas?
Que mistério
As cuecas que me ofereceste
Aquelas com rendinha
Tu querias era tirá-las
E dar-me uma dentadinha
A dentadinha era na nádega
Bem profunda no meu rabo
Se tu fosses uma horta
Eu seria o teu nabo
Todos me querem morder o rabo
Porque ele é redondinho
Só não me mordem outra coisa
Porque é mt fofinho
Vou guardar, se o queres
Vou fazer o que me apetecer
Vou passar a noite acordado
A umbigar e a gemer
Eu não acordo os vizinhos
Faço tudo bem calado
Posso mexer-me muito
Mas fica tudo bem arrumado
A Cláudia adormeceu?
Acorda-a com uma buzina
Quando é que ela faz anos?
Queria oferecer-lhe vaselina
Então só ofereço para o ano
Vai ficar com os lábios gretados
A vaselina é muito boa
Para tratar males tramados
A vaselina é para o queres
Tu escolhes o objectivo
Podes meter na boca
Podes fazê-lo em privativo
Uma linda sereia
Não se mede aos palmos
Banha-se em água doce
E reza vinte salmos.
Já que falo em salmos
Falo também em salmão
Quero oferecer-te uma prenda
Uma sopinha de agrião
Num dia de Outono
Por ti me apaixonei
Queria ser o teu dono
Queria ser o teu bolo-rei
Queria que me tirasses a fava
Com uma leve dentadinha
Queria que fosses uma fada
Queria comer-te todinha.
Não se mede aos palmos
Banha-se em água doce
E reza vinte salmos.
Já que falo em salmos
Falo também em salmão
Quero oferecer-te uma prenda
Uma sopinha de agrião
Num dia de Outono
Por ti me apaixonei
Queria ser o teu dono
Queria ser o teu bolo-rei
Queria que me tirasses a fava
Com uma leve dentadinha
Queria que fosses uma fada
Queria comer-te todinha.
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